Disrupção: É melhor saber do que se trata

Disrupção é um conceito cada vez mais conhecido dos consumidores. Startups como Airbnb, Uber, Spotify e Netflix mudaram a forma como as pessoas lidam com serviços e entretenimento, tornando-os mais fáceis e acessíveis.

Muitas empresas, porém, ainda não exploraram no mesmo nível o grau de disrupção alcançado pelos consumidores para otimizarem a condução de seus negócios.

O conceito pode ser levado a qualquer meio, inclusive os que não estão diretamente ligados a serviços para o público.

O que acham que é

Sinônimo de “inovador, moderno, radical”. Como diz Peter Thiel, fundador do PayPal, “disrupção se metamorfoseou em um jargão auto-congratulatório para qualquer coisa que se faz passar por nova e moderna”.

O que realmente é

Produto ou serviço que cria um novo mercado e desestabiliza os concorrentes que antes o dominavam. É geralmente algo mais simples, mais barato do que o que já existe, ou algo capaz de atender um público que antes não tinha acesso ao mercado. Em geral começa servindo um público modesto, até que abocanha todo o segmento.

Quem inventou o termo

Clayton Christensen, professor de Harvard. Ele se inspirou no conceito de “destruição criativa” cunhado pelo economista austríaco Joseph Schumpeter em 1939 para explicar os ciclos de negócios. Segundo ele, o capitalismo funciona em ciclos, e cada nova revolução (industrial ou tecnológica) destrói a anterior e toma seu mercado.

Na prática

Quando uma empresa lança uma tecnologia mais barata, acessível e eficiente, mirando margens de lucros menores, cria uma revolução. Deixa obsoleto quem antes era líder de mercado.

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