Autodefesa, Preservação ou Sobrevivência

Nos últimos tempos, a corrida para lançar serviços e produtos “disruptivos” com alcances em escalas mundiais, resultou numa explosão de empresas e organizações que trouxeram sem dúvidas nenhuma um novo modo de pensar e de agir, mas principalmente a forma flexível com que conseguem se posicionar.

Por mais que se esforcem, as empresas tidas como tradicionais e que muitas das vezes fizeram o movimento de offshoring (modelo de realocação de recursos e processos de um setor para outro, com o intuito de reduzir despesas e gastos), possuem amplas instalações e dezenas de milhares de colaboradores espalhados em suas unidades, enfrentam o desafio de operar com mais agilidade em um mundo em rápida evolução, porque também não dizer transformação.

A mudança rápida e disruptiva é algo considerado extremamente difícil. O que realmente acontece é que todas as organizações possuem em menor ou maior grau o seu “sistema imunológico”, que costumeiramente costuma reagir à ameaça percebida como sendo um “ataque”.

Um dos movimentos percebidos inicialmente é “defender” a atividade principal, ou o que designamos como empresa, já o segundo movimento percebido é típico, as vezes involuntário mais não menos importante que é a autodefesa pessoal, ou seja, a si mesmo.

As condições de mercado previsíveis e inalteradas, até então, fizeram com que as organizações tidas como tradicionais, conseguissem se expandir e crescer, ou seja, era mais “fácil” gerir negócios, mesmo em um movimento de perda ou baixa, pois os modelos cartesianos faziam os gestores enxergar que isso fazia parte do movimento.

Os que as organizações e os gestores não perceberam é que entramos em um novo mundo, e não se basta apenas estar tecnológico, é preciso ser, não basta apenas dizer que possui esse ou aquela missão, é preciso proposito e ela deve obrigatoriamente, ir além do quadro na parede.

Pois bem, a você que está agora lendo esse post, saiba que tanto o seu negócio, quanto você e seus colaboradores, precisarão parar de auto sabotar, desligar o automático da autodefesa e se guiarem por possibilidades, flexibilidade e acima de tudo velocidade.

O que notamos é que isso fica prejudicado, principalmente pelos colaboradores, o peso financeiro e a resistência a mudança/ transformação, que raramente diminui.

E aí, você também concorda que as organizações possuem um sistema imunológico e que fica difícil fazer o que é necessário nesse momento?

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